Internacional

A polémica do pior disco dos Kiss: Paul Stanley aponta dois alvos e Marty Friedman entra em rota de colisão

2 min de leitura
Ouvir a notícia 2 min · leitura por voz
A polémica do pior disco dos Kiss: Paul Stanley aponta dois alvos e Marty Friedman entra em rota de colisão
Imagem: Divulgacao/Fonte

O debate sobre a discografia dos Kiss volta a agitar a comunidade do rock, desta vez colocando em rota de colisão o cofundador Paul Stanley e o antigo guitarrista dos Megadeth, Marty Friedman. Tudo começou quando Stanley identificou publicamente aqueles que considera serem os dois piores trabalhos de estúdio da lendária banda norte-americana de hard rock. No entanto, a perspetiva do vocalista e guitarrista encontrou oposição num sítio improvável, gerando reações imediatas entre os seguidores do grupo e entusiastas do género musical.

A discussão ganhou novo alento quando Marty Friedman assumiu uma posição totalmente contrária à de Paul Stanley no que diz respeito a um dos álbuns visados. O antigo virtuoso das seis cordas dos Megadeth confessou publicamente uma preferência invulgar por um dos discos menos consensuais do catálogo dos Kiss: o álbum ‘Unmasked’. Para surpresa de muitos melómanos e admiradores de longa data da banda dos rostos pintados, Friedman não só defendeu este registo discográfico como o colocou destacadamente no seu top 10 pessoal de discos do grupo.

Assumindo o risco de chocar os puristas e os seguidores mais tradicionais do universo Kiss, o músico acompanhou a revelação com uma tiragem provocatória direcionada aos críticos da sua escolha, desafiando abertamente quem discordasse com a frase: ‘Então me processem’. Esta tomada de posição por parte de uma figura proeminente do thrash metal internacional demonstra como a vasta e colorida discografia dos Kiss continua a dividir opiniões, mesmo entre músicos consagrados que trilharam caminhos bem diferentes no espetro do rock e do metal.

Para os fãs acérrimos e colecionadores do universo Kiss, este tipo de divergência artística serve para alimentar conversas acesas nos fóruns dedicados ao rock, provando que álbuns historicamente marginalizados pela crítica especializada ou pelos próprios criadores ainda guardam defensores fiéis. Enquanto Paul Stanley mantém a exigência e o olhar crítico sobre o legado discográfico da sua própria banda, perspetivas alternativas como a de Marty Friedman relembram que a apreciação musical é sempre subjetiva, capaz de resgatar discos considerados menores para o topo das preferências de outros artistas de renome mundial.

Fonte: Whiplash

Partilhar

Deixa o teu comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *