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Rob Halford elege clássico absoluto do metal extremo para o seu pódio pessoal

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Rob Halford elege clássico absoluto do metal extremo para o seu pódio pessoal
Imagem: Divulgacao/Fonte

O universo do heavy metal está sempre repleto de opiniões fortes, mas quando uma lenda viva como Rob Halford partilha as suas preferências discográficas, a comunidade do rock e do metal presta a devida atenção. O carismático vocalista dos Judas Priest, amplamente reconhecido como uma das vozes mais influentes da história da música pesada, dedicou recentemente tempo a compilar uma seleção muito especial com os dez melhores álbuns de metal de todos os tempos. Entre as escolhas de peso que compõem este percurso pelos registos mais marcantes do género, destaca-se uma surpresa que agradou particularmente aos seguidores dos sons mais extremos e sombrios.

Para a elaboração desta prestigiada lista, o músico britânico não se limitou apenas aos grandes nomes comerciais ou aos pilares tradicionais do heavy metal clássico que ajudaram a moldar a cena nas décadas de setenta e oitenta. A curadoria de Halford estende-se a sonoridades mais agressivas, abrindo espaço para a brutalidade artística e a atmosfera gélida do black metal. A grande prova disso é a inclusão de um dos discos mais seminais e respeitados do movimento escandinavo: o aclamado “Anthems to the Welkin at Dusk”, lançado originalmente em 1997 pela banda norueguesa Emperor.

Esta menção por parte da inconfundível voz dos Judas Priest sublinha o ecetismo e o profundo respeito que o cantor nutre pela evolução da música pesada, demonstrando que o seu radar musical continua atento a expressões artísticas densas e complexas. O álbum dos Emperor, conhecido pela sua grandiosidade sinfónica e pela agressividade crua característica daquela vaga do black metal norueguês, ganha assim um selo de qualidade de peso vindo de uma das figuras centrais da história do género. Para os aficionados que acompanham tanto o percurso da banda de Birmingham como a vertente mais extrema do metal, a escolha de Halford serve como um excelente pretexto para regressar aos gira-discos e redescobrir um marco absoluto editado no final do milénio passado.

Fonte: Whiplash

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