A preferência musical de Mikael Åkerfeldt: o tema colossal dos anos 70 que apaixona o líder dos Opeth
O universo do rock e do metal progressivo guarda muitas surpresas no que toca aos gostos pessoais dos seus principais mentores. Recentemente, Mikael Åkerfeldt, a voz criativa e instrumental por trás dos suecos Opeth, revelou qual considera ser a música mais épica de sempre gravada na década de 1970. Esta confissão do músico tem dado muito que falar entre a comunidade melómana, sobretudo pela forma apaixonada como o artista descreve a grandiosidade da obra em causa e a importância que esta tem no seu quotidiano.
Numa altura em que a digressão e a promoção de novos trabalhos mantêm a banda ocupada, Åkerfeldt encontrou tempo para partilhar este entusiasmo genuíno com os seguidores e a imprensa especializada. Mais do que apenas ouvir o tema em privado, o vocalista tem o hábito curioso de adquirir múltiplas cópias físicas do disco original. O objetivo por trás desta prática invulgar é a partilha: o músico gosta de oferecer estas edições em vinil ou CD a amigos próximos e colegas da indústria musical.
Entre os ilustres contemplados por esta generosidade discográfica encontra-se Tobias Forge, o maestro e mente criativa por trás do fenómeno Ghost. A partilha deste tipo de raridades e clássicos entre figuras proeminentes da música pesada contemporânea demonstra a admiração mútua e a profunda ligação que existe à volta das raízes do rock setentista. Para os adeptos do género, saber que nomes como Åkerfeldt e Forge partilham o gosto por estas viagens sonoras complexas e épicas acrescenta uma camada extra de fascínio à欣賞 dos seus próprios universos musicais.
A sonoridade dos Opeth, conhecida pela fusão intrusiva entre o death metal, o rock progressivo clássico e as melodias melancólicas, nunca escondeu a influência profunda das décadas de 1960 e 1970. Bandas lendárias daquela era dourada moldaram a espinha dorsal compositiva de Åkerfeldt, tornando perfeitamente compreensível a sua obsessão por este registo em particular. A capacidade de criar temas longos, repletos de dinâmicas inesperadas, passagens acústicas e arranjos sinfónicos é algo que o músico sueco admira profundamente e tenta transpor para a sua própria arte.
Para quem segue o percurso dos Opeth, estas revelações ajudam a decifrar o mapa mental de um dos compositores mais respeitados da cena rock internacional atual. Guardar no ecrã ou na memória estas curiosidades reforça a proximidade entre os artistas e o público, mostrando que, por trás das produções modernas e dos palcos internacionais, continuam a existir fãs genuínos de música à procura do disco perfeito para oferecer a um amigo.
Fonte: Whiplash