Internacional

A paixão secreta de uma lenda do futebol pelo rock dos anos oitenta

2 min de leitura
Ouvir a notícia 2 min · leitura por voz
A paixão secreta de uma lenda do futebol pelo rock dos anos oitenta
Imagem: Divulgacao/Fonte

O universo do futebol e a cultura do rock encontram-se frequentemente em territórios inesperados, revelando facetas surpreendentes de figuras públicas que habitualmente preenchem as páginas desportivas. Recentemente, um histórico ídolo que marcou profundamente a trajetória de emblemas gigantes do futebol sul-americano como o Flamengo e o Palmeiras decidiu abrir o livro das suas preferências musicais, deixando claro que a sua sensibilidade artística vai muito além dos relvados e das quatro linhas.

Numa revelação que chamou a atenção dos adeptos da boa música, o antigo atleta confessou a sua profunda admiração pela sonoridade rock, com especial incidência nos movimentos que dominaram a cena musical durante a década de oitenta. Entre as suas preferências encontram-se nomes incontornáveis do rock de expressão portuguesa, destacando bandas lendárias que moldaram gerações e continuam a influenciar a cultura urbana contemporânea.

De acordo com as declarações divulgadas, o ex-futebolista nutria uma enorme simpatia pelas criações de Legião Urbana, um dos projetos mais marcantes da história musical do país irmão, liderado pelo inesquecível Renato Russo. A este gosto juntavam-se outras referências fundamentais da mesma época dourada, como os enérgicos Capital Inicial e os icónicos Titãs, grupos que revolucionaram o panorama artístico com letras interventivas e refrões que ainda hoje ecoam na memória coletiva de milhões de ouvintes.

Contudo, o ecletismo musical desta figura histórica do desporto rei não se fica apenas pelas fronteiras nacionais. O gosto pelo género extendia-se igualmente a sonoridades internacionais de culto, com destaque evidente para os britânicos The Smiths. A banda liderada por Morrissey e com a guitarra inconfundível de Johnny Marr conquistou o seu espaço no leque de preferências deste adepto do rock, provando que a melancolia e o indie rock britânico encontravam eco no gosto refinado de quem habitualmente brilhava nos estádios de futebol.

Para os seguidores do universo rock, estas revelações servem para humanizar e aproximar figuras de proa do desporto àqueles que partilham a mesma paixão pelos acordes elétricos, guitarras marcantes e poesia urbana. No fundo, demonstra-se mais uma vez que a música serve como ponto de encontro universal, capaz de unir o fervor das bancadas à energia intemporal do rock.

Fonte: Whiplash

Partilhar

Deixa o teu comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *