James Hetfield elege a sua principal referência nas seis cordas do metal
O universo do heavy metal está repleto de músicos lendários, mas para o vocalista e guitarrista dos Metallica, James Hetfield, existe uma figura central que se destaca acima de todas as outras na arte de criar pesados e marcantes riffs de guitarra. Conhecido mundialmente pela sua imponente presença em palco e pela impressionante capacidade rítmica, o músico norte-americano apontou recentemente aquele que considera ser o seu maior mentor espiritual e técnico no instrumento que o acompanha ao longo de décadas de carreira.
Para os seguidores acérrimos da banda de São Francisco, a técnica ritmada de Hetfield é uma das imagens de marca do som do grupo. Entre as várias valências musicais que o artista desenvolveu desde a fundação da formação ao lado do baterista Lars Ulrich, destaca-se a notável destreza necessária para executar compassos acelerados e altamente complexos enquanto comanda as linhas vocais principais. Esta polivalência tornou-se num dos pilares fundamentais do sucesso estrondoso dos Metallica no panorama musical global, influencianado gerações inteiras de novos instrumentistas que tentam replicar a sua precisão cirúrgica no ataque à palheta.
Apesar de ser ele próprio uma referência incontornável para milhões de fãs de rock pesado e thrash metal em todo o planeta, James Hetfield faz questão de manter os pés bem assentes na terra, reconhecendo publicamente o legado deixado pelos pioneiros do género. A admiração por figuras do passado impulsiona a contínua evolução do músico, que continua a pisar palcos internacionais em digressão e a encantar plateias com os clássicos intemporais da banda.
Para a comunidade ligada ao rock e ao metal, estas revelações ajudam a compreender melhor as fundações criativas que sustentam o catálogo discográfico dos Metallica. Afinal, a construção da identidade sonora de um dos maiores grupos da história da música pesada resulta de um cruzamento de influências clássicas com a energia crua e visceral típica do movimento thrash. Enquanto os concertos continuam a esgotar recintos por todo o mundo e a banda se mantém ativa nos palcos, os admiradores aguardam sempre com expectativa qualquer partilha de bastidores sobre o processo criativo deste ícone indiscutível das guitarras.
Fonte: Whiplash